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Amauri Alonso ielo- Direito e Literatura

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"Mario Ripolli é o último romântico do Brasil!" .. "Um homem comovente, apaixonante!"* Conheça-o no romance: CADAZ, ALMA DE BACHAREL

..Cadaz, Alma de Bacharel,lançado na 16a. Bienal Internacional do Livro
Autor: Amauri Alonso Ielo,  - Formato 14 x 21 cm - 252 páginas - ficção

Vendas pela internet: por EMAIL     ( R$ 20,00) OU

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Leia: Notas da orelha e contracapa do livro. E MAIS INFORMAÇÕES (pg de Literatura).
 
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  (ORELHA): 
  Aos quatorze anos comprei um caderno de capa azul, o CADAZ. Era o cofre que escondia a expressão de  meus sentimentos. Ali estão poesias, poemas e poemetos, crônicas, memórias. Escritos sem preocupação com a forma literária e livres de restrições convencionais. 

  Quando assumi responsabilidades profissionais, deixei os textos secretos e passei a vida toda escrevendo publicamente por dever de ofício. Despachos, sentenças, acórdãos, como magistrado; petições e arrazoados diversos, como advogado; apostilas e monografias, como professor. Trabalhos técnicos, com terminologia específica e redação cuidadosa, sem a liberdade de expor o que se sente. 

  Quero largar os trabalhos técnicos, severos e enfadonhos, e ter o prazer de escrever livremente o que sinto. Realizo, então, o sonho de escrever um romance, tentando atenuar as mazelas da sociedade para viver um mundo diferente, onde se pode levitar na beleza, alegre ou triste, da poesia. Encorajei-me na frase de Goethe: "o que quer que você possa fazer, ou sonha que possa fazer, faça. Coragem contém genialidade, poder e magia". 

   Mostro o conteúdo do caderno azul, que, com os avanços técnicos, é hoje o diretório CADAZ no processador de texto do meu computador e que há três anos foi, em parte, revelado nas páginas de um de meus sites na internet  (www.geocities.com/Paris/Rue/2037).

   Os antigos registros do caderno azul, embora pueris, são textos autênticos, espontâneos, de quem abre o coração e se projeta em outro mundo. Alio esses textos a fatos reais para criar a história do imaginário advogado e poeta, Mario Ripolli. Altero dados verdadeiros e autobiográficos a fim de não me prender ao mundo dito real e poder afirmar que é obra de ficção. 

   No relato, surgem polêmicas sobre casamento, liberdade, preconceito, subcultura promovida pela mídia, tirania dos detentores de poder; verdade real e verdade formal dos processos judiciais, amizade entre um homem e uma mulher, medo do "comunismo", mentiras essenciais à sobrevivência e confronto da dignidade com o apego aos bens materiais. 

   "CADAZ, ALMA DE BACHAREL" seria, simplesmente, a realização de um sonho inócuo, não fora a proposição ao leitor para ponderar sobre os temas referidos e a esperança de que, enxergando a alma do bacharel, sinta as emoções de um mundo diferente, talvez ilusório, o mundo cândido do pretenso poeta.. 

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(CONTRACAPA)   Amauri Alonso Ielo nasceu em São Paulo aos 2 de outubro de 1940. Magistrado aposentado, é hoje advogado e professor. Para melhor apresentá-lo colhi no Diário Oficial da Justiça um preciso testemunho sobre a sua personalidade e seu trabalho.  São palavras do eminente Desembargador José Bedran, por ocasião de sua aposentadoria da Magistratura Paulista, em 1992
"Conheci-o nos idos de 1962, quando ambos ingressamos na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e passamos a integrar a mesma turma"(...)"A despeito do constante e rotineiro convívio na Academia, após a graduação, ocorrida em 1966, perdi o contato com o prezado amigo de quem, já exercendo eu a judicatura, vim a ter notícia, agradável, sob todos os aspectos, de haver ingressado na Magistratura, aliás, dentre os primeiros colocados no concurso realizado em dezembro de 1969. Depois de acompanhar a brilhante carreira do homenageado, passando pelas Comarcas de Iguape, Jardinópolis, Caçapava, Mogi das Cruzes e Santos, voltei a revê-lo na Capital, quando Amauri assumiu a 4a. Vara da Família e das Sucessões, com rápido estágio na 3a. Vara Criminal Central, até ser, em 25.4.85, promovido para o Egrégio Tribunal de Alçada Criminal do Estado, de onde acabou se removendo, por decreto de 13.9.85, para esta Corte, aqui, por feliz coincidência, vindo a integrar a Colenda 4a. Câmara, onde eu já estava atuando. Foi profícua a atividade jurisdicional do homenageado. Por onde passou, deixou indelevelmente marcado o seu bom nome de Juiz operoso, dedicado, estudioso e sempre preocupado com os graves problemas sociais. Tal operosidade e destemor no exercício das altas funções, é claro elevando o prestígio do Judiciário e dignificando a Magistratura Paulista, valeram-lhe títulos de cidadão honorário, diversas homenagens e muitas menções honrosas. Ficaram publicamente conhecidos, merecendo destacado realce no discurso do eminente Juiz Maurício Vidigal, então proferido ao ensejo da posse de Amauri neste Tribunal (JTACSP - RT - vol. 95, pág. 234). A par de tudo isso, desempenhou ingente atividade no ensino universitário, atuando ao longo de sua valorosa carreira de magistrado, como professor de Direito Civil nas Faculdades de Jundiaí, Mogi das Cruzes e Santos, tanto nos cursos de graduação, como pós-graduação e extensão universitária. Por suas qualificações e profundos conhecimentos jurídicos, proferiu inúmeras conferências em cursos diversos, reproduzindo trabalhos publicados em vários jornais e revistas especializados. Neste Tribunal, a boa imagem que, como homem e magistrado, antes firmara, consolidou-se, aumentando o excelente conceito de que já gozava. Nos longos quase sete anos que aqui convivemos, mais acentuadamente durante os trabalhos da Colenda 4a. Câmara, bem de perto pude sentir sua constante preocupação de realizar justiça, via de regra manifestada com grande sensibilidade para julgar casos concretos, solucionados à luz da realidade e com notável lógica. De se registrar que inúmeros de seus votos, inclusive os vencidos, vieram a se tornar os próprios fundamentos de decisões proferidas nos recursos então levados aos Tribunais Superiores, mesmo do Pretório Excelso. Com sua longa experiência de vida e tamanha sensibilidade, por várias vezes convenceu a todos da Turma Julgadora, de que sempre ativamente participava, inclusive a mim, a alterar pontos de vista iniciais, então eventualmente firmados apenas à luz do texto frio da lei. Profundo conhecedor dos misteres da informática, técnica de há muito versado, Amauri Alonso Ielo deixou incalculável colaboração na organização do correspondente setor desta Corte. Além disso, não só estimulou a disseminação do uso dessa moderna técnica entre os colegas (muitos, como eu, hesitantes, diante de uma onerosa e problemática mudança de técnica de trabalho), como instrumento hábil e imprescindível à agilização dos trabalhos judiciários, como também jamais faltou com seu prestimoso e experiente auxílio a todos aqueles que vieram a se iniciar nesse campo da eletrônica. Companheiro solidário, sempre esteve presente para compartilhar tanto da dor da tristeza quanto a satisfação da alegria dos colegas, por isso, a seguinte e precisa definição do Desembargador Paulo Henrique Barbosa Pereira, por ocasião de sua posse no Egrégio Tribunal de Justiça: 'Amauri Alonso Ielo, espírito vivo e aberto, sempre pronto a idéias novas para aviventar os debates, amigo leal de todas as horas' (RJTJSP - LEX - vol. 120, pág. 617).
Toda essa gama de virtudes e qualidades dá a certeza de que, a despeito de sua prematura aposentadoria da Magistratura, por todos lamentada, o prezado homenageado, como o destino sempre lhe reservou, continuará a trilhar o mesmo caminho de glórias e realizações nas novas atividades que doravante exercerá....".
 O romance "CADAZ, Alma de Bacharel" inaugura outro campo de atividade do autor para, de forma amena e poética, prosseguir sua profícua obra cultural. Revela-se o escritor sensível que, transmitindo emoção ao leitor, passa sua experiência e propõe reflexão sobre sérios problemas da vida moderna. Conta a vida de um advogado, penetrando-lhe a alma para revelar seus sentimentos mais íntimos. A história, magistralmente desenvolvida e colorida por belas poesias, bem encaixadas na prosa, cativa e encanta, prendendo a nossa atenção do início ao fim. 
      Tarcízio Carlos Siqueira de Camargo
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